Questão Brasil nº 86 12 de maio de 2016

Assuntos de Goiás TV

sexta-feira, 22 de setembro de 2017

Com tanta corrupção e poucas punições no Brasil novos nomes aparecem para servir de alternativa ao Planalto





— Você acha que a política não tem mais jeito. E aí? Vai deixar nas mãos dos bandidos, dos amigos, dos herdeiros deles?



E convida:



— Vem fazer ativismo político comigo. Sou pré-candidata à Presidência...da República. É sério.



Não antecipa sua plataforma ou suas alianças.



Em conversa com um interlocutor, não se assume liberal ou estatizante na economia. "Mas sei que um país não pode ser governador como uma empresa".



Afirma que tem conversado com algumas pessoas sobre políticas públicas, "gente ao meu redor, mas ninguém conhecido".



E completa:





— Não tenho experiência política. Mas estou me lançando para ver a receptividade.



Valeria Monteiro anunciou que pretende se candidatar à Presidência da República nas eleições de 2018. Distante da televisão desde que apresentou um especial no canal Viva, a jornalista foi a primeira mulher a apresentar o Jornal Nacional, no ano de 1992. 

Em um primeiro momento, ela tem a ideia de fazer uma campanha independente como ativista política. A jornalista diz que está em conversa com alguns partidos, mas que ainda é cedo para escolher uma legenda - o prazo para filiação de candidatos ao Planalto é até abril.

Um dos principais temas alvo de sua preocupação é a corrupção sistêmica somada e o desinteresse dos políticos "por aqueles que deveriam representar". Para ela, a descrença que se tem pela classe política é a sentença ao empobrecimento enquanto nação.

Sobre a falta de experiência, ela diz que espera que a sua independência possa ganhar força perante os eleitores. "Sou inexperiente, mas aprendo rápido".

A ex-apresentadora também é crítica ao atual presidente Michel Temer, que pode não ter dado um golpe, mas governa sem legitimidade.

Aos 50 anos, Valeria Monteiro, além do Jornal Nacional, apresentou o Fantástico, Jornal Hoje e o RJTV. Nos Estados Unidos, onde foi morar após deixar a emissora carioca, trabalhou na WNBC, da NBC em Nova York, e pelo canal Bloomberg. Ela voltou ao Brasil em 2002 e tem uma produtora em Campinas. 

sexta-feira, 15 de setembro de 2017

Em todas as regiões do estado lideranças estão engajadas no projeto político de Júlio Paschoal para 2018 – Eu Digo Sempre

Denise Palheta, influente liderança comunitária e religiosa, com forte atuação no Setor Coimbra, em Goiânia, está firme com Júlio Paschoal, pré-candidato a deputado estadual no ano que vem.
Assim como o vereador Magal, do PSDB, e Edevani, ambos de Araçu, estão também aliados com Júlio.
 
Assim como Débora Queiróz, de Niquelândia, liderança jovem do PSDB e secretária da Executiva do Conselho Estadual da Mulher.
 
São esses alguns exemplos da rede de apoio que Júlio Paschoal está formando, visando sua campanha, em 2018.

Em mais de 180 municípios, em todo o Estado, o tucano terá apoiadores, sendo jovens, empresários, lideranças políticas, comunitárias, religiosas, entre outras.
 

sexta-feira, 8 de setembro de 2017

Operação Lava Jato | Marcelo Odebrecht diz que "aprovou com Palocci" compra de terreno para Instituto Lula

O ex-ministro Antônio Palocci presta depoimento hoje (6) à tarde na 13ª Vara Federal de Curitiba na condição de réu da ação penal da Lava Jato que envolve a compra de um terreno para construção do Instituto Lula e de um apartamento em São Bernardo do Campo. O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva também é réu deste processo.

Palocci está detido na carceragem da Polícia Federal (PF) de Curitiba. Ele foi condenado em outra ação penal da Lava Jato a 12 anos de prisão por corrupção passiva e lavagem de dinheiro.

Neste processo, o Ministério Público Federal (MPF) afirma que o Grupo Odebrecht comprou um terreno no valor de R$ 12,4 milhões para a construção do Instituto Lula — obra que não chegou a ser executada. Ainda segundo a denúncia, o ex-presidente também recebeu como vantagem indevida da empreiteira uma cobertura vizinha ao apartamento onde mora, em São Bernardo do Campo.

Além de Antônio Palocci, serão ouvidos hoje outros três réus deste processo: o dono da empresa DAG Construtora, Demerval de Souza Gusmão Filho; o primo do pecuarista José Carlos Bumlai, Glauco da Costa Marques; e o advogado Roberto Teixeira.
Palocci depõe hoje em processo da Lava Jato que envolve Lula e Odebrecht | Agência Brasil - Últimas notícias do Brasil e do mundo

terça-feira, 22 de agosto de 2017

Depois de Geddel, Collor, Bendine e Jucá também são denunciados por corrupção




Rodrigo Janot só vai deixar a Procuradoria Geral da República em meados de Setembro, até lá muitas denúncias serão apresentadas ao STF, mesmo saindo da PGR o objetivo de Janot é deixar todos os pontos amarrados para que a sua substituta não tenha como engavetar nada contra quem quer que seja.

Fernando Collor foi denunciado. Gedel Vieira Lima também.

Romero Jucá debochou da denuncia contra ele, mas não demonstrou a mesma confiança de antes e nem o sarcasmo habitual. Se tudo seguir andando como esta não veremos nenhum destes presos, já que o objetivo sempre foi o Lula, mas pelo menos vamos ver os corruptos deste país sendo constrangidos a todo instante.

A Globonews colocou o dedo na ferida.

"De tempos pra cá, muito graças à ação da Polícia Federal e de um raro juiz federal que teve coragem para peitar o sistema de forma contundente (arriscando sua carreira, sua família e até mesmo sua vida), temos visto na imprensa diariamente inúmeros casos de envolvimento de políticos, empresários, especuladores financeiros e até de magistrados, todos ligados entre si tendo por cola a corrupção e por veículo dessa corrupção um ciclo contínuo que já não tem mais nem começo nem fim, e por isso só podemos elencar algumas de suas partes.
Partindo do mais óbvio, podemos iniciar o ciclo com o financiamento de campanhas por parte de empresas. As empresas financiam seus candidatos (muitos, de todos os lados, perfis e ideologias), tais candidatos ganham as eleições e começam a ter que pagar às empresas esses financiamentos. Este pagamento será feito de várias formas. Primeiramente com o seu trabalho, passando leis que beneficiem tais empresas e barrando leis que beneficiem a população e prejudiquem tais empresas. Além disso, tais candidatos, agora eleitos, serão os advogados das empresas na Administração Pública. Lutarão por seus interesses em cada órgão. Além do pagamento em forma de serviços, haverá, claro, o pagamento em espécie. Os candidatos, agora eleitos pelas empresas, cuidarão de direcionar contratos públicos para estas empresas, por meio de direcionamentos de licitação e na maioria das vezes por meio de dispensa de licitação mesmo, na maior cara de pau.
Mas só direcionar ilegalmente contratos não vai pagar as despesas que as empresas realizaram com as eleições. Por isso, esses candidatos eleitos agora irão ter que SUPERFATURAR os contratos, para que sobre, além dos custos do contrato, e do lucro da empresa pelo cumprimento do contrato, dinheiro suficiente para devolver, com juros, o que a empresa gastou em sua campanha. Mas, se vai sair dinheiro ilegalmente pra empresa, e já se está sujo mesmo, então porque não tirar um pouco de dinheiro público pra próxima campanha? “E se já está sujo e mais um pouco, então tiremos dinheiro também pra melhorar nossas vidas”, pensam eles em um determinado ponto. E então sai dinheiro público pra pagar as empresas com juros pelo que emprestaram, pra custear parte da próxima campanha, e pra enriquecer os candidatos agora eleitos. Mas os empresários também querem ficar mais ricos, então sai também dinheiro por fora pro bolso deles. E tem um monte de gente que participa dessas operações, são chamado justamente de “operadores”. E, claro, sai dinheiro por fora pra comissão deles.
No fim, sobre pouco dinheiro pra obras públicas originais do contrato. Não tem problema, baixa-se a qualidade do material, piora-se toda a prestação de serviço. É até bom, porque em breve terá que se refazer, ou seja, nova oportunidade de tirar mais dinheiro público dos bolsos do contribuinte para os bolsos de políticos, empresários, agiotas, especuladores financeiros, operadores e outros tantos de corruptos que aos poucos vão fazendo parte do esquema.

segunda-feira, 21 de agosto de 2017

Aécio Neves vislumbra a possibilidade de ser candidato a Presidente, apesar das suspeitas de corrupção que pesam contra ele


As articulações do Senador Mineiro com o não menos suspeito Michel Temer denunciam que Aécio Neves não desistiu da candidatura ao Palácio do Planalto. Michel Temer também pode rever seus conceitos e sair candidato a reeleição, pois estar no comando do país é sinônimo de manter a distância das investigações sobre corrupção.

Aécio Neves foi afoito, não soube tirar proveito do momento e nem dos mais de 51 milhões de votos que obteve em 2014, poderia ter se tornado um líder global, fato que pavimentaria o caminho até a Presidência da República em 2018... Ferrou o país, fomentou crises políticas e jogou o Brasil num buraco que pode tornar ingovernável pelos próximos 20 anos.

O povo que se lasque!

Nova tendência adotada pelos partidos é mudar a sigla e criar slogans


Partido mudando de nome, políticos mudando de sigla e o objetivo é ludibriar o eleitor para que os mesmos corruptos se mantenham no poder. Com a atual classe política nenhuma mudança vai surtir efeito prático. Pode tirar o cavalinho da chuva Sr Álvaro Dias que foi para o Podemos, mas continua com o bico de Tucano.
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Relator diz que meta fiscal deve ser aprovada


Relator diz que meta fiscal deve ser aprovada, mas admite: é raio-x da tragédia fiscal brasileira

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